Skip to content

As oportunidades e desafios do social commerce no Brasil

Há muito mais oportunidades latentes para o Social Commerce e 2020 deve ser um ano de consolidação para muitas marcas e varejistas mais inovadores. Sucesso especialmente entre as gerações mais jovens, tanto millennials, como Geração Z, que já direcionam a maior parte de seus gastos online em plataformas como Instagram e Snapchat.

Segundo pesquisa de 2018, da Big Commerce, mais de 70% dos jovens americanos entre 18 e 37 anos compraram a partir do Snapchat; e mais de 80% a partir do Instagram.

No Brasil, as marcas se encontram em diferentes momentos; muitas ainda estão dando os primeiros passos em relação à atribuição e à representatividade da influência das redes sociais na decisão de compra, enquanto algumas poucas marcas já vêm explorando o potencial do social nas vendas mais ativamente, como o Magazine Luiza, que desde 2011 permite que internautas criem sua própria vitrine de vendas em suas redes sociais e sejam remunerados por comissão.

Temos ainda um mercado de pequenos e médios explorando soluções simples, mas inéditas até aqui, onde a plataforma de divulgação acontece exclusivamente no Instagram ou até mesmo no WhatsApp.

A chegada dos pagamentos via WhatsApp no Brasil ainda este ano, de acordo com comunicado recente do próprio Zuckerberg, deve esquentar ainda mais a busca pelos negócios baseados em social. Também novas funcionalidades e integrações de plataformas de e-commerce, como Shopify, aos ambientes virtuais devem turbinar uma nova geração de empresas e a adesão de marcas mais conhecidas ao social commerce.

A popularização deste tipo de comércio deve alavancar também a consolidação de vídeos curtos como principal formato de divulgação de produtos nas redes sociais. De acordo com pesquisa da Hubspot, 72% dos consumidores preferem aprender mais sobre um produto assistindo a um vídeo e, em pesquisa da Marketing Land, 62% das pessoas se interessaram mais por um produto ao ver um vídeo da marca publicado em seus stories. Não é à toa que vídeo já representava 38% do investimento em digital no país em 2018, de acordo com pesquisa do IAB.

Nos EUA, onde o mercado já está mais amadurecido, as vendas de produtos das maiores 500 empresas através das redes sociais em 2017 totalizaram USD 6.5 bilhões, um crescimento de 24% em relação ao ano anterior.

A expectativa é que 2021 seja um ano de experiências para alguns varejistas e de consolidação para outros que já entraram mais cedo no jogo. O que é certo é que tanto Google como Facebook devem apostar alto em ações, funcionalidades e no discurso de vendas de suas plataformas sociais impulsionando ainda mais este mercado.

Vamos ficar de olho e nos adaptar as novas ferramentas, para não perder novas vendas e clientes, ok?!

Posts Relacionados

No comment yet, add your voice below!


Add a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

× Como posso te ajudar?